Tuesday, 20 April 2010

Objetos Interativos

Eu trabalhei na representação do objeto que Vanessa Marcos trouxe - um livro de ficção, Eragon. Ela o levou por serem os livros uma parte importante de sua vida, uma maneira de visitar outros lugares e viver experiências usando apenas a imaginação. Tendo isso em mente, pensei em de alguma forma representar a experiência de percorrer os passos das personagens de uma história.

Inicialmente, pensei em colocar em uma maquete elementos de livros de ficção (favoritos de Vanessa) como caminhos e obstáculos a serem ultrapassados, usando uma mola que estaria presa à maquete. A mola tornaria a interação interessante pois responde aos nossos movimentos e, ao mesmo tempo, representa as diversas reviravoltas e desencadeamentos de eventos típicos de narrativas.















No entanto, ao começar a trabalhar no projeto, comecei a achar a atividade interativa pouco engajadora ou sem objetivo. Como havia conseguido uma mola de brinquedo, comecei a explorar seus usos e ocorreu-me uma idéia: seria possível fazê-la servir de marionete, se a prendesse em uma corda. A marionete seria como nós na leitura quando lemos um livro, nos pés dos personagens, direcionados - mas ainda assim entretidos. Prendi o fio a duas caixas sobrepostas de tamanhos diferentes, para possibilitar diferentes movimentos. Não obstante, a própria mola ainda parecia auto-suficiente ao incitar a interatividade - nem o fio nem as caixas pareciam necessárias para tanto.




















Assim, retornei ao projeto original. Procurando materiais que tornassem o objeto mais atraente, de forma que ele "pedisse" para ser percorrido, encontrei cabos curvos usados para decorar arranjos de flores e argolas e contas em pulseiras de meninas. Assim, desenvolvi um objeto mas chamativo e que ainda sugerisse as reviravoltas a que um livro nos conduz.

Wednesday, 7 April 2010

SketchUp - Performance


Seguem a versão original e a melhorada da representação da ocupação no SketchUp, feita pelas alunas Júlia Birchal e Rafaela Guimarães.

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Thursday, 25 March 2010

Panorama 2


Esta é a segunda versão do meu panorama. Diminui nela a intensidade do verde e do azul, para que não ficasse tão óbvio o efeito sobre as fotos em relação ao panorama anterior.

Sunday, 21 March 2010

Panorama e narrativa


Nos vidros do Edifício João Paulo II refletem-se as ondas arquitetadas por Oscar Niemeyer; ao fundo, não a linha tênue do horizonte marítimo, mas a exuberante folhagem que faz da Praça da Liberdade um dos pontos mais agradáveis da cidade. Trabalhar naquele edifício de localização tão privilegiada é uma honra comparável ao seu nome pontifício. Pelas suas portas entram pessoas de importância regional e nacional, para tratar da administração da Universidade Católica. Já ao sair por elas, encontra-se a Liberdade. Rodeada por belas obras arquitetônicas, não atraem apenas turistas aos fins de semana: de seus atrativos também desfrutam os trabalhadores da região, num ritual cotidiano. A Biblioteca Pública pode ser recorrida em questão de minutos, pelos colegas mais interessados. Findo o horário de almoço, ganha-se novamente o eminente hall do número 2079 e anseia-se por um novo dia de trabalho.

Friday, 19 March 2010

Atraso


Não poderei postar a imagem cilíndrica do meu panorama, pois estou tendo problemas com o Stitcher que baixei no meu computador. Embora eu tenha concluído o trabalho, ao salvar a imagem ela saiu muito pequena (figura ao lado); deve ser algum problema de configuração, não sei. Amanhã, sábado, de manhã, tentarei resolver o problema ou começar outro trabalho do zero.

Sinto muito,

Júlia Birchal.

Thursday, 18 March 2010

Prédio João Paulo II

Este é o Prédio João Paulo II, situado na esquina da Av. Cristóvão Colombo com a Av. Brasil, em frente à Praça da Liberdade. Escolhi-o dentre as muitas construções que compõem o meu caminho de casa até a Escola de Arquitetura, porque, e embora tenha freqüentado a Praça com grande regularidade desde a minha infância, foi apenas depois de fazer o trabalho com o mapa que realmente percebi a sua existência (notem que ele não está no mapa que fiz de memória). Não gosto da construção particularmente - há tantas realmente bonitas no meu roteiro! - mas fiquei surpresa ao tomar conta de sua existência, então quis saber o que era - de maneira sucinta, o centro de administração de todas as PUC's e instituições relacionadas (Arquidiocese de Belo Horizonte, Cúria Metropolitana, Sociedade Mineira da Cultura).

Conversei com o homem que se encontrava na recepção no momento. Na verdade, ele estava substituindo a recepcionista no horário de almoço - ele é uma espécie de porteiro, segurança e guia (quando as pessoas precisam de orientação, ele as leva até as salas que desejam). Ele trabalha no prédio há nove anos e diz gostar muito de lá: a localização é boa, muito menos tumultuado que o centro; está rodeado por prédios bonitos, como o do Niemeyer; há a Biblioteca Pública, onde ocasionalmente pega livros emprestados; adora passar os horários de almoço na Praça da Liberdade e diz que todos que trabalham na região aproveitam muito o verde. É uma pessoa alegre e espirituosa e contou-me tudo isso com um sorriso no rosto - parecia realmente sincero.

Retrato II

Esta é a minha segunda versão do retrato de meu colega, Felipe Pires. O trabalho com a imagem faz referência aos quadrinhos, que ele diz terem marcado sua infância e adolescência; já o capacete representa sua profissão, engenheiro civil. Coloquei os dois aspectos juntos também para fazer referência à sua criatividade e interesse em abstrair-se - a razão pela qual está cursando Arquitetura é para "ver o outro lado".